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Moradores de comunidades de São Gabriel reclamam da falta de água

Talvez assim irão dar real importância aos direitos do povo”, reclama um morador.

Através das redes sociais, durante uma discussão no grupo do facebook “São Gabriel em debate”, moradores do município de São Gabriel tem se queixado da falta de água nos povoados do município e pedem celeridade nas providências em relação esse grande problema que assola a população. “A situação dos povoados do nosso município é de extrema calamidade, não tem água! No povoado de Eureka a prefeitura tá abastecendo duas cisternas no povoado, cada família pega dois baldes por dia, quem cria animais tá comprando água salobra de poço particular pagando 130 reais mensais por um tonel de água por dia! Na Baraúna na mesma situação, providências precisam ser tomadas o mais urgente possível, porque sem praça, sem festa, sem palco,sem quadra, sem inauguração o povo sobrevive, mas sem água só dura 3 dias”, desabafa a moradora Geiza Vieira.

A moradora Audineia da Silva concorda: “É verdade, São Gabriel tem dois pontos negativos primeiro ÁGUA. Não sei o que a gestão está fazendo a respeito, mas seja lá o que for tenham celeridade por que água é vida. Segundo ponto desgastante falta de estrada. Quando alguém vier a ÓBITO por demora por conta do trajeto. Talvez assim irão dar real importância aos direitos do povo”, reclama.

Morador do povoado de Curralinho, Antônio Ribeiro enfatiza que é um problema vivido também pela comunidade. “Nenhuma novidade. Nós aqui em Curralinho, parece proposital, com apenas oito barras de canos ligariam se quisessem, um poço que a cerbs furou e instalou não fazem por capricho.  Se contar dos Guilés até o Zé de Inocêncio nunca foi água. Haviam caminhões mas como choveu bastante tiraram quase todos.  Eu, por exemplo sou um excluído da Constituição Federal nos meus direitos; Se tenho direito à água , só se deposita em cisternas. Eu não as tenho em plena necessidade mas aos chapinhas lhes são garantido até o direito de vendê-las impunimente em detrimento de mim que não tenho nenhuma. Quem são? Perguntem ao responsável por este processo . Ninguém é cego. Tem mosca no leite”, questiona o morador.

Já Floraci Oliveira, diz que a falta de água nos povoados já foi alertada, mas que pouca importância tem sido dada. “Jé estivemos alertando para este problema e pra outros ainda mais graves que ainda virão. Mais parece que assunto sério é preocupação de uma meia dúzia de pessoas”, conclui.

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