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Sem braços e pernas, baterista da X9 se destaca e aguarda apuração

Tocando repinique, Marcos Rossi participou do 18º Carnaval pela escola da zona norte de São Paulo, na noite de sábado (10)

Sem braços e pernas desde o nascimento, Marcos Rossi, 36 anos, é um dos componentes da bateria da X9 Paulistana. Ele adapta uma baqueta ao corpo e sobre a cadeira de rodas toca um dos repiniques da bateria dos mestres Fabio Américo e Kito.

Mesmo depois de 18 carnavais desfilando da escola da zona norte de São Paulo, Marcos está feliz com o desfile, mas ainda fica ansioso para aguardar o resultado da apuração: “agora é esperar terça-feira para ver os jurados e vamos que vamos”.

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A X9 Paulistana foi a primeira escola a entrar no sambódromo do Anhembi na segunda noite de desfile, no sábado (10).

Marcos esteve na escola em um dos momentos mais tristes da tradicional escola bicampeã do Carnaval paulistano, quando foi rebaixada em 2016. Ele também participou quando começou a volta por cima, no ano passado, sendo campeã do Grupo de Acesso.

Como diz parte do enredo da X9 neste ano, “depois da tempestade vem a bonança”. Assim está caminhando a escola, que superou a queda e vive a expectativa de uma boa colocação no Carnaval 2018. Assim também é a vida de Marcos.

Hoje formado em Direito, ele nasceu com Síndrome de Hanhart, uma doença rara que impede o desenvolvimento dos braços e das pernas. Superando as dificuldades naturais, Marcos pratica esporte (mergulho profissional), é cantor e integra a bateria da X9.

Suas superações, com sorriso e animação, são temas de palestra e fazem parte das páginas do libro “Uma Vida Sem Limites”, que escreveu e publicou em 2011.

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